terça-feira, 24 de maio de 2016

Quais são os tipos de ar condicionado no mercado?

Quais são os tipos de ar condicionado no mercado?

Para o correto dimensionamento do condicionador de ar é fundamental considerar o tamanho do ambiente, o seu isolamento, a sua exposição ao sol ou sombra e o número de pessoas que frequentarão o ambiente

Quais são os tipos de ar condicionado no mercado?
Quais são os tipos de ar condicionado no mercado?
  1. Janela ou parede: São os mais utilizados e também os mais baratos. São facilmente encontrados no varejo. Fazem uma renovação contínua do ar fresco. Deve ser instalado embutido na parede. Os modelos mais recentes têm baixo nível de ruído e possuem controle remoto de operação.
  2. Portátil :São práticos porque podem ser utilizados em todos os ambientes da casa onde for necessário climatização e tem custo zero de instalação, duas grandes vantagens. Funcionam expelindo o ar quente para o exterior e trazendo ar frio para o interior. Estes aparelhos também asseguram a renovação do ar. Os modelos mais recentes têm baixo nível de ruído e possuem controle remoto de operação.
  3. Split : pode ser fixo ou móvel. Possui duas partes diferentes: uma é instalada no interior e a outra fica do lado de fora da residência. Além de manter o ar do ambiente agradável e com a temperatura controlada, os splits ainda reduzem o ruído de operação, pois o condensador é externo ao ambiente. Possuem sistema de filtragem do ar. O tipo móvel pode ser utilizado em mais de um ambiente da residência ou escritório. Os modelos mais recentes têm baixo nível de ruído e possuem controle remoto de operação.
  4. Sistemas centrais : São recomendáveis para ambientes comerciais, para climatização de muitos ambientes simultâneamente. Tem custo maior de aquisição, operação e manutenção. São muito silenciosos. Não ficam visíveis nas fachadas de prédios.
Para o correto dimensionamento do condicionador de ar é fundamental considerar o tamanho do ambiente, o seu isolamento, a sua exposição ao sol ou sombra e o número de pessoas que frequentarão o ambiente, ou seja, para o quarto de solteiro a potência do aparelho pode ser menor do que a necessária para a sala de TV, onde mais pessoas permanecem ao mesmo tempo, aumentando a carga térmica do ambiente. Siga sempre as instruções do fabricante.
Geralmente, todos os aparelhos possuem termostato que mantém, de forma automática, a temperatura selecionada.
As exigências de instalação de cada um dos tipos de aparelho de ar condicionado podem, também, influenciar o modelo a comprar.
Deve-se considerar o espaço necessário para a sua instalação. Normalmente, o manual de instruções indica a que distâncias devem ser colocados em relação aos móveis e às paredes. As dimensões variam em função do tipo de aparelho. Nos tipos split as unidades exteriores são maiores e mais pesadas que as unidades interiores.
No caso dos aparelhos de parede, podem ser colocados em janelas ou numa abertura na parede.
No caso dos portáteis, o tubo de evacuação do ar é passado através de uma pequena abertura na janela ou na porta.
Nos splits fixos o tubo do ar pode passar entre uma abertura na janela ou através de um pequeno buraco na parede, próprio para o efeito. A unidade externa é colocada num suporte na parede ou na varanda exterior, ou fixada sobre um rebordo de uma janela.
A instalação do condicionador de ar deve ser efetuada por técnicos especializados.

Projeto Elétrico

Projeto Elétrico

Projeto Elétrico
Projeto Elétrico
Um projeto elétrico é fundamental na hora de sua reforma. Também permite ter uma lista antecipada dos materiais que irá usar.Pois saiba que uso de materiais de boa qualidade é fundamental para garantir uma instalação elétrica segura e eficiente.
Estes componentes tais como, fios e cabos, disjuntores, chaves, eletrodutos, entre outros, são em sua maior parte avaliados e fiscalizados pelo INMETRO. Portanto só escolha materiais com este selo, que é o maior garantia de segurança, bom funcionamento e durabilidade!

Projeto elétrico

Uma instalação elétrica é composta por centenas de componentes e produtos que devem ser escolhidos e instalados adequadamente, resultando em um funcionamento correto e seguro para os usuários.
Por isso é fundamental a realização de um projeto elétrico devidamente elaborado por profissionais capacitados ( Arquitetos e Eng. Civis: fins residenciais), evitando que pessoas e patrimônios sejam colocados em perigo.
A contratação do projeto elétrico contribui também na economia para o usuário, que terá uma lista exata de materiais a comprar, evitando sobras e desperdícios.
O projeto elétrico de uma edificação consiste em:
  • Quantificar e determinar os tipos e localizar os pontos de utilização de energia elétrica;
  • Dimensionar, definir o tipo e o caminhamento dos condutores e condutos;
  • Dimensionar, definir o tipo e a localização dos dispositivos de proteção, de comando, de medição de energia elétrica e demais acessórios.

Dicas para reforma e ampliação de residências

Dicas para reforma e ampliação de residências

Dicas para reforma e ampliação de residências
Dicas para reforma e ampliação de residências
Reformar a casa não é tarefa fácil. É preciso avaliar as estruturas, elencar as possibilidades, levantar os custos, entre uma série de passos que você não pode dar sozinho: há profissionais especializados para te ajudar nessa empreitada.
Confira a seguir o que você precisa saber antes de reformar ou ampliar sua casa e vá muito além do famoso “puxadinho”.

Etapas pré-obra

Quando se pensa em construir, não há uma receita de bolo exata, mas há uma série de etapas e precauções importantes a seguir para garantir a qualidade final da obra. No caso da reforma ou ampliação de uma casa, o primeiro passo é pensar: o que será reformado e ou ampliado?
Para ajudar nessa primeira tomada de decisões, solicite o auxílio de um profissional de arquitetura. Além de orientar como pode ser feita a mudança pretendida, o arquiteto também pode oferecer outras opções para a sua reforma. De acordo como o engenheiro Thomas Carmona, diretor da Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (Abece), o arquiteto também pode auxiliar na burocracia da operação: “é fundamental realizar um levantamento geométrico da estrutura existente e conseguir toda documentação que esteja disponível, o que diminuirá a necessidade de prospecções no local e, fatalmente, reduzirá custos”, alerta.
Vale lembrar que quando a reforma tiver como proposta alterações da estrutura original do imóvel (independente do grau de mudanças) é obrigatório dar entrada no alvará de aprovação e execução para reforma. Depois de concluída a obra, é preciso também solicitar o certificado de conclusão, mais conhecido como “habite-se”.
Após essa primeira etapa de tomada de decisões, é preciso caminhar para colocar as ideias em prática. Nesta fase, é preciso avaliar as estruturas para saber quais necessidades e cuidados essas requerem ao serem reformadas e ou ampliadas. Nascem aí os projetos de arquitetura, estrutura e instalações da obra, documentos a serem desenvolvidos pelo profissional contratado. A partir de tais projetos, é possível prever quais operações serão realizadas, levantar quais e quantos materiais serão utilizados e, então, solicitar orçamentos de custos.

Materiais e reforços

A escolha dos materiais deve ter como base a expectativa que se tem da obra finalizada. Na ampliação de uma casa, por exemplo, é importante pontuar quais os materiais que constituem essa casa e qual o tipo de reforço que ela deve receber para ser ampliada. A necessidade de se reforçar uma estrutura pode ser fruto de vícios construtivos em alguma ou em várias fases da execução, e pode ser causada a partir da alteração da destinação da estrutura ou da necessidade de adequação a novas condições de carregamento.
Não há um tipo de restrição quanto à aplicação dos materiais: uma obra em concreto pode receber reforço em aço e vice e versa. “Perante a cultura da mão de obra da construção civil e as situações normalmente encontradas em reformas e ampliações, os reforços mais comuns são em concreto armado com aumento de seções e inclusão de elementos em estrutura metálica. Outras opções também podem ser empregadas, mas dependerão de um cuidado maior na seleção da mão-de-obra a ser empregada na execução”, aponta o diretor da Abece.
Apesar de o concreto ser mais utilizado nas obras, devido justamente ao fator cultural citado pelo engenheiro Thomas Carmona, o aço traz algumas vantagens, principalmente no caso de reformas e ampliações. Isso por que o material traz mais velocidade e limpeza à obra, o que reflete em uma menor interferência no cotidiano da residência em obras.
Uma opção interessante é o drywall, paredes de gesso acartonado que tem como estrutura perfis metálicos. O sistema permite que se levante uma parede em apenas quatro horas. Além da velocidade, o drywall traz mais flexibilidade ao projeto. Como é mais leve (22kg por metro quadrado, contra 120kg da alvenaria), pode ser instalado independentemente de vigas, o que reduz em 10% os gastos com fundações.
Avaliações quanto a reforços estruturais são de responsabilidade de um profissional de engenharia civil. Se você vai reformar ou ampliar sua casa ou qualquer outra edificação, solicite orientações desse profissional.

Obra em andamento

Começou a reforma, e agora? Agora é acompanhar. Nada de deixar a obra nas mãos dos pedreiros. “É importante garantir que a obra tenha acompanhamento de profissional, engenheiro ou arquiteto, com experiência em execução, com visitas à obra cuja periodicidade dependerá do vulto da intervenção. Recomenda-se o mínimo de uma visita semanal, a fim de orientar e acompanhar tecnicamente as etapas de execução”, explica Carmona.

Quando devo reformar?

A manutenção de uma edificação depende do material que foi empregado e, principalmente, dos detalhes construtivos. O engenheiro Thomas Carmona explica: “caso sejam ambientes internos protegidos, as ações de manutenção são necessárias em prazos bastante convenientes, geralmente superiores há 20 anos. No caso de ambientes externos, a estrutura de concreto, se bem executada, apresenta prazos de manutenção superiores aos da estrutura metálica, que merece atenção constante quanto à sua proteção”.
É importante não deixar que a casa clame por uma reforma, como no caso de rachaduras aparentes e estruturas desgastadas. Já a ampliação vem com a necessidade de cada um. Um quarto a mais para o bebê que vai chegar, uma cozinha maior, espaço para lazer, e por aí vai.

Puxadinho de qualidade

Independente se é reforma ou ampliação, alguns cuidados são universais: “vale a pena investir em projeto, planejamento e numa contratação de execução consistentes, para evitar futuros problemas com gastos não previstos, qualidade inferior ao esperado e atrasos no cronograma”, reforça o engenheiro e diretor da Abece, Thomas Carmona.
Fonte: Portal Met@lica

Forro de Gesso e drywall

Forro de Gesso e drywall

Forro de Gesso e drywall
Forro de Gesso e drywall
Uma das principais vantagens do material é a relação custo-benefício. "Ele possui um ótimo acabamento quando bem executado e o valor é relativamente baixo", comenta a arquiteta.
O preço geralmente é mais baixo, se comparado aos materiais de alvenaria. "O valor pode variar, mas, em média, o preço é de R$ 45 o metro quadrado do tipo comum e R$ 60, o acartonado", diz Julio Cesar de Almeida, proprietário de uma empresa de gesso.
Além disso, a construção de uma parede divisória de ambiente em drywall é mais rápida (pode levar de um a dois dias, enquanto que o de alvenaria, do mesmo tamanho, pode levar mais de uma semana) e produz pouco entulho.
Sobre as outras vantagens do produto, a arquiteta comenta que o material rende melhor isolamento termoacústico, é leve e alguns são até resistentes ao fogo e à umidade. "O gesso também tem alguns pontos fracos. Ele não possui nenhuma resistência a impactos, atritos mecânicos e, em geral, a água", lista Regina.

Drywall

A arquiteta explica que o drywall é um sistema construtivo que combina aço galvanizado com placas de gesso, geralmente utilizado em paredes internas, forros e armários embutidos. O sistema permite soluções criativas, como uso de curvas, recortes para iluminação embutida e muito mais.
Este tipo de material também pode ser utilizado em locais úmidos como cozinha e banheiro, pois para essas áreas existe um material específico, com proteção antifungo e resistente à umidade. "As placas são diferenciadas pela cor verde para facilitar a identificação durante a obra. Há também modelo próprio para utilização em paredes que exigem maior resistência ao fogo", acrescenta Regina.
As paredes de gesso acartonado, de acordo com a especialista, podem ser executadas em grandes alturas e vãos e ser combinadas a alguns tipos de revestimentos internos e materiais com propriedades térmicas e acústicas. "Já empreguei este material em uma sala de videoconferência e salas de reuniões, onde se fazia necessário o isolamento de ruídos".
Segundo Associação Brasileira de Fabricantes de Chapas de Drywall, como as paredes drywall são mais estreitas do que as de blocos ou tijolos, há um ganho na área útil de 5% aproximadamente.

Saiba que...

  • Gesso em decorações: bem elaboradas, realçam e deixam o ambiente mais aconchegante. Atualmente, o material permite que o arquiteto ou decorador crie formas e desenhos que valorizam o espaço.
  • O rebaixamento do teto com gesso serve de suporte para um projeto de iluminação mais elaborado, em que é possível direcionar os pontos de iluminação, valorizando, por exemplo, quadro e outros artigos de decoração. Além da tradicional função de embutir luminárias e o cabeamento elétrico, o gesso pode ‘esconde’ as vigas.
  • A Associação Brasileira do Drywall publicou no ano passado um manual que explica como obter conforto acústico com o material. Confira as informações e outras instruções no site da instituição, www.drywall.org.br.
  • Os sistemas drywall são aprovados nos quesitos de segurança estrutural, segurança contra incêndio, desempenho térmico, durabilidade e manutenção e oferecem ainda facilidade de reparos e fixação de objetos.
  • Se surgir um vazamento de água em uma parede de alvenaria, o remédio é quebrá-la com uma talhadeira e uma marreta e achar o ponto do cano que precisa ser reparado. Com drywall, a solução é muito simples: localizado o ponto com vazamento, recorta-se uma ‘janela’ na parede com um serrote de ponta, faz-se o conserto da tubulação e, em seguida, utiliza-se o pedaço de chapa recortado para fechar a abertura.
Fonte: odiario.com

Dicas de instalação hidráulica

Dicas de instalação hidráulica

Dicas de instalação hidráulica
Dicas de instalação hidráulica
Dezesseis dicas importantes sobre instalações de água ou instalações hidráulicas, que são importantes no projeto e execução das instalações. Contém informações para instalações de água fria com tubos de pvc roscáveis e soldáveis e para quente em tubos especiais. Pontos Importantíssimos
Aqui são realçadas as dicas mais importantes para instalações de água quente ou fria, com tubos de pvc, pois serem isentos de corrosão e os mais utilizados hoje em dia. Canos de ferro apresentam alta resistência mecânica quando novos, mas são mais caros e sujeitos à corrosão com o decorrer do tempo.
1- O canos de pvc, vulgarmente chamados de canos de plástico, são execelentes para escoar água fria à temperatura ambiente, em torno de 20º C. Mas os tubos e conexões de pvc comum não são recomendados para escoar água quente.
2- Para água quente, pode-se usar canos de ferro galvanizado (sujeitos à corrosão) ou tubos e conexões de cobre como melhor opção quanto à manipulação e facilidade de trabalho. Ou pode-se usar a linha "Aquatherm" da Tigre ou similirares de boa quallidade. A linha Aquatherm tem apresentado excelente desempenho e tem sido muito utilizada.
3- Deve-se tomar cuidado com pontos sujeitos à alto aquecimento por onde passam tubulações de PVC de água fria, como aquecedores, chaminés, ou com cruzamentos de canos que levam água quente. Cruzamentos com tubulações metálicas de água quente, quando mal feitos ou mal isolado podem estragar a tubulação de água fria e causar vazamento no local.
4- Para colunas de incêndio (geralmente em prédios comerciais ou edifícios de apartamentos), e demais tipos de instalações de proteção contra fogo, não devem ser instaladas tubulações de pvc rígido, pois em caso de incêndio, podem não resistir à alta temperatura.
5- Os adesivos para pvc é um agente químico agressivo ao próprio material, e portanto não deve ser usado em excesso. Usar somente na quantidade necessária para colar as peças. As sobras devem ser retiradas com estopa, e não se deve tentar fechar furos ou preencher espaços com o adesivo. 6- Para fazer roscas em tubos roscáveis (cor branca), deve-se usar tarrachas próprias ou cossinete de diâmetro adequado com a rosqueadeira ou tarraxa que permite o intercâmbio para os diferentes diâmetros.
7- Não se deve forçar excessivamente ou apertar mais que o necessário. Não é o aperto que fará a vedação, e sim o material correto e bem aplicado. Em tubos e conexões roscáveis, deve-se usar a fita veda rosca de boa marca.
8- Tubulações de pvc rígido só devem ser utilizadas abastecer aquecedores com reserva de água, se for garantido que não existe retorno de água quente do aquecedor para a tubulação de alimentação. Veja as recomendações do fabricante do aquecedor e tenha certeza que as instalações são bem dimensionadas.
9- Em tubos e conexões de de juntas soldáveis (tubos marrons), use lixa 100 e estopa com solução limpadora e adesivo de boa qualidade. Recomenda-se que o adesivo seja da mesma marca do fabricante da tubulação. Não adianta comprar uma tubulação da melhor qualidade e usar um adesivo ruim, abaixo das especificações do fabricantes.
10- Quando a tubulação se conecta à bombas, bebedouros e demais equipamentos que exijam manutenção periódica, instale uma peça chamada "união" para facilitar a retirada do equipamento e posterior recolocação.
11- A Tigre não recomenda instalar tubos de pvc roscável com conexões de ferro galvanizado, pois as mesmas estão sujeitas à sofre corrosão interna (ferrugem), provocando pontos de estrangulamento, prejudicando assim a instalação.
12- Em locais onde possa existir troca de equipamentos ou manutenção, como na ligação de chuveiros, torneiras e etc, deve-se usar conexão com bucha de latão nas esperas, ou seja, no local onde a torneira vai ser rosqueada na conexão junto à parede. O motivo é evitar que a rosca seja espanada ou gasta, evitando-se assim a necessidade quebrar a parede para troca de peças.
13- Em caso de tubos de pvc sob a terra, em valas, tome cuidado para não envolve-lo com material contendo pedras ou corpos estranhos que possam danifica-los. Este cuidado é muito importante principalmente em casos de vala compactada.
14- Não utilize fogo para curvar ou alargar a boca de tubos de pvc (abrir bolsa) para fazer ligações. Isto é o chamado serviço "porco" e danifica o material. Existem conexões adequadas para fazer qualquer tipo de instalação. Quem não sabe disto, ou não sabe utiliza-las não é um profissional da melhor qualidade e responsabilidade.
15- Na instalação da caixa d´agua, exija sempre a instalção do ladrão e também tubulação de limpeza. Isto vai evitar transbordamentos e problemas futuros, além de facilitar manutenção e limpeza.
16- Um dos principais causadores de problemas ou rompimentos em instalações hidráulicas, é o chamado "golpe de aríete", causado pelo aumento de pressão momentânea devido à abertura para grande fluxo de água e fechamento brusco, como acontecia com algumas válvulas antigas ou mal reguladas. Deve preferir válvulas de descarga que são projetadas para não causar este tipo de problema.
Fonte: Jrrio

Conheça os fatores principais na elaboração de um projeto de paisagismo

Conheça os fatores principais na elaboração de um projeto de paisagismo

Conheça os fatores principais na elaboração de um projeto de paisagismo
Conheça os fatores principais na elaboração de um projeto de paisagismo
Alguns fatores e informações são fundamentais na hora de planejar um jardim ou um pomar. Você deve averiguar as condições do solo, planejar a escolha das plantas de acordo com o clima de sua região, por exemplo. Separamos os principais fatores que você deve levar em conta:
1 - Tipo de clima: determina as opções possíveis de planta, seja as ornamentais ou frutíferas.
2 - Topografia: Determina as condições do terreno, o traçado geral do projeto e a necessidade de adaptação ou alteração da paisagem natural.
3 - Vegetação nativa: Se você conhece a vegetação nativa da região, terá informações também sobre a fertilidade do solo. As nativas também podem servir de base para selecionar novas espécies.
4 - Tipo de solo: A composição do solo (textura, estrutura e fertilidade) ajuda a prever as técnicas e insumos que deverão ser utilizados, assim como para determinar as espécies de plantas que se adaptam bem ao local. Já explicamos em outro post, algumas dicas para avaliar os tipos de solo (veja aqui http://www.jardimdasideias.com.br/872-conheca_seu_solo)
5 - Ventos predominantes: a incidência dos ventos ajuda a determinar o local onde será plantada cada espécie.
6 - Atividades principais: conhecer as principais atividades que serão desenvolvidas no jardim, assim como o público alvo, ajuda na hora de planejar a localização de cada elemento. Nossa dica: desenho um esboço antes de começar a plantar.
Fonte: Jardimdasideias

DESMEMBRAMENTO DE TERRENO URBANO

DESMEMBRAMENTO DE TERRENO URBANO



Estabelecido em lei municipal que deve ser consultada quanto a metragem mínima necessária para a autorização de desmembramento de terreno urbano.
Conceitua-se como a divisão do terreno em lotes destinados a edificação com o aproveitamento do sistema viário existente desde que não implique em abertura de novas vias ou modificação das já existentes como seu alargamento( Lei nº 6.766/79, em seus § 2º). Não confundir com parcelamento do solo que é o loteamento em que implica abertura de vias de circulação pública ou sua modificação.
Todo terreno com metragem estabelecida dentro da lei municipal pode ser desmembrado permitindo assim que seja dividido em 2 ou mais lotes cada um com sua escritura e matricula. Não tenho aqui como definir metragem mínima pois cada município tem sua lei especificando-a.

Como desmembrar um terreno:
O proprietário(s) do terreno com ou sem construção em cima deverá contratar profissional habilitado junto ao CREA para medir o terreno e sua divisão elaborando as plantas e o memorial descritivo que serão protocolados na prefeitura para aprovação.
O memorial deverá conter todas as descrições, medições, divisões, enfim a caracterização completa da divisão do terreno.
Após concedido o alvará municipal para o desmembramento, junta-lo com o memorial e as plantas e apresentar requerimento ao oficial do cartório solicitando a divisão.
O requerimento obrigatoriamente estará assinado por todos os proprietários do imóvel, bem como seus respectivos cônjuges, com todas as firmas reconhecidas, endereçado ao Registro de Imóveis local, solicitando a subdivisão do imóvel, mencionando o número da matricula e a descrição que terá o imóvel subdividido.
Benfeitorias: constar do requerimento em que lote, após a subdivisão, ficarão localizadas, apresentando certidão municipal comprobatória dessa situação, que é o memorial, plantas e o alvará citados acima. Isso é solicitado por conta do cálculo do imposto municipal que em terreno edificado é mais caro.
Aguardar o prazo de diligência da lei para que a documentação seja liberada finalizando o procedimento.

MODELO DO REQUERIMENTO

Ilmo. Sr. Oficial de ---- Registro de Imóveis e Anexo de CIDADE/ESTADO.


(Ref.: Requerimento de desmembramento/desdobro de matrículas e/ou transcrições)


................................................(nome).............................(nacionalidade), RG..........................,CPF............................., profissão..........................., estado civil............................, domiciliado na rua/avenida ..........................................., nº................., município de ............................., estado ........(todos os proprietários e cônjuges devem firmar o requerimento), vem, respeitosamente, requerer seja desmembrada a matrícula/transcrição de nº.................................................dessa Serventia Extrajudicial, com a consequente abertura de .............(quantidade) matrículas, uma para cada nova unidade, cujas descrições são as seguintes:

“Área 1 (ou A, ou I, etc).......................

Área 2 (ou B, ou II, etc)...................”

(descrever cada uma das novas áreas/glebas/lotes, com todas as suas características – área superficial, confrontação, rumos magnéticos, linha perimetral, endereço, inclusive lado par ou ímpar da via pública e distância métrica da esquina ou construção mais próxima, se for apenas terra nua; indicar em qual das novas unidades ficará eventual edificação já existente na matrícula/transcrição).

Acompanham a respectiva documentação necessária (alvará ou outro documento expedido pela Prefeitura Municipal autorizador do desmembramento; memoriais descritivos das novas unidades, aprovados pela prefeitura municipal, elaborados e assinados por profissional com inscrição no CREA, com sua completa caracterização; planta assinada pelo mesmo profissional, igualmente aprovada pela prefeitura municipal; certidão ou documento da prefeitura municipal indicativo do número do cadastro de cada nova unidade, se existente).


N.T.em que,

P. Deferimento.

cidade, ......../......../.........
(data)

___________________________________________________________

(assinaturas com firmas reconhecidas de todos os proprietários e cônjuge